15 músicas para comemorar a aposentadoria da Namie Amuro

E aí que, enfim, a Namie Amuro oficializou sua previamente anunciada aposentadoria da carreira idol/cantora. Tal run de despedida rendeu uma compilação de singles com milhões de cópias vendidas, videoclipes, uma turnê baseada em tal material em um DVD com com gravações do show. Foram 25 anos dentro da indústria fonográfica, mantendo a relevância em boa parte desse tempo, algo louvável para qualquer cantora em qualquer lugar do mundo (penso em Madonna, Beyoncé, Ivete Sangalo e… Só?).

Acho que já falei disso aqui, mas a minha relação com a Namie é meio engraçada quando olhada com um, agora, distanciamento. Diferente do K-Pop, que só fui conhecer e consumir de verdade lá por 2010, o J-Pop me é familiar desde meados da década passada. Assim que a internet começou a ser algo viável no bairro onde moro (através de lan houses), comecei a frequentar blogs especializados em download de faixas japonesas. Inicialmente, colecionei o máximo de animesongs possíveis, mas logo comecei a passear por outros meios de tal nicho.

Um dos mais legais era o de cantoras. “J-Divas”. E aí, entram Utada Hikaru, BoA, Koda Kumi, Mika Nakashima, Ayumi Hamasaki e várias outras. Quanto a Namie, lembro que rolava uma patota de fãs MUITO fervorosos que, à época, me afastaram de mergulhar de verdade em seu trabalho. Era aquilo de menosprezarem outras cantoras para engrandecerem a sua favorita que sempre existiu em fanbases na internet e sempre existirá. E eu tinha implicância com a Namie, pois era parte do meu feudo de fãs ter implicância com a Namie. Idiotice, não?

O bom é que o tempo passa e essas bobagens também. Nos últimos tempos, muito por conta de outros blogs fundo de quintal atuais, muito pela minha série de throwback playlists, acabei visitando quase tudo dela. E aproveitando esse gancho de encerramento, resolvi aqui listar as minhas favoritas de sua discografia.

Com algumas delimitações: em ordem de lançamento, são quinze faixas, todas trabalhadas como single ou title de álbuns, mas duas delas são parcerias anabolizadas com outros artistas e duas servem de citações especiais para cobrir espaços importantes de tempo que ficariam faltando. Vamos lá…

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Princesas do inferno, Dreamcatcher tá de volta com “What”

Ontem, vocês acompanharam a minha decepção com o comeback e para com o estado do Cosmic Girls num todo. Como disse no post, minha maior frustração com o grupo é o fato delas terem um conceito incrível, mas quase nunca trabalharem músicas que, de fato, faça jus ao plot construído.

No lado inverso disso, temos o Dreamcatcher. Confiram What

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Cosmic Girls segue sem ~a música~ em “Save Me, Save You”

Fun fact: eu estava ansioso por esse comeback do Cosmic Girls, me preparando para montar um post reclamando por a StarShip ter jogado elas no porão por mais de um ano após o LP legalzinho que elas soltaram em 2017, exigindo um melhor gerenciamento de carreira para minha bias Exy e ilustrando todo ele com piadolas comparativas com o Loona, que veio com mais ou menos o mesmo conceito, mas releases bem melhores, e com o GWSN, que debutaram esse mês copiando tudinho na cara dura, mas com uma música realmente bacana. Só que, aí, me toquei que elas já haviam retornado em 2018, com aquela Dreams Come True, tão esquecível que, sem exageros, eu apaguei da minha cabeça. rs.

Será que, daqui uns meses, me lembrarei de Save Me, Save You?

Chinesas ignoradas mesmo, wtf

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Brave Brothers está de volta com “I Mean” (com aquele UNI.T lá)

Se lembram do UNI.T? Pois é, eu também já tinha esquecido. E acho que a Coreia também, já que, pelo que vi noticiado, uma das meninas pulou fora e esse aqui já será o último trabalho delas. Ao menos, a despedida trouxe de volta o Brave Brothers, que já não soltava nada de relevante há bastante tempo.

Confiram I Mean

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