ALBUM REVIEW | 7SENSES – Seven Sen7es (2017)

Nota: isso aqui era para ter sido postado ano passado, mas eu esqueci. rsrs

O AKB48, com seus desdobramentos, deve ser, de longe, um dos piores cânceres da música Pop oriental na atualidade. E nem vou entrar no mérito daquilo de ser um grupo rotativo pensado e feito única e exclusivamente para lucrar, pois, né, eu ouço K-Pop e é exatamente isso que eles fazem no mercado sul-coreano. O meu problema com os grupos 48 é a total falta de pulso e profissionalismo de seus produtores na hora de compor as canções que serão trabalhadas pelas meninas, dando-me a impressão de que todas as faixas delas são uma massa amorfa, aguda, histriônica e desafinada.

Esse cenário começou a mudar ano retrasado em dois fronts: no Japão mesmo, com o NMB48 “crescendo” e soltando um dos melhores singles de 2016, e na China, com o SNH48 dando um golpe de estado e declarando que suas atividades são independentes às dos grupos originais – automaticamente conquistando o meu respeito apenas pela audácia de falar isso e requentar ainda outra música do AKB meses depois.

De qualquer forma, é nítido que o braço chinês das 48 tem trabalhado um pouco para ter brilho próprio dentro dessa patotinha. E o melhor esforço nisso resultou na criação de uma unit swag com 7 garotas entregando girl crush capopeiro em mandarim em um dos debuts mais divertidos de 2017.

Enfim, com alguns meses de atraso, confiram os meus dois centavos sobre o mini-álbum Seven Sen7es, do 7SENSES

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Lembram quando o GOT7 ainda era um grupo teen super legal em “A”? (2014)

E aí que, naquele formulário que disponibilizei no fim do ano passado, algumas das sugestões que vocês mandaram incluíam dar uma fortalecida nos posts onde eu relembro lançamentos antigos.

Eu tenho a Throwback Playlist, com um apanhado ano a ano da década passada, e o Baú de OSTs, retomando uns temas de animes, filmes etc. que sempre são válidos de relembrar. Estava faltando algo mais popão, né? Então, semanalmente eu tentarei comentar umas faixas não-tão-velhas-mas-velhas-para-9nhos por aqui que eu já não tenha falado nesse blog.

Começando agora pela maravilhosa A, do GOT7…

A porra da thumb não aparece, mas o vídeo tá no ar, gente, podem clicar…

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Jimin gasta o meme do “Hey” com outra música pra vender roupa

(…)

Bom, como eu já disse, os últimos tempos têm sido bem generosos para fãs de solistas no K-Pop. Várias delas retornaram com números milimetricamente montados para agradar essa fatia de público carente de trecos legais para rebolar a bunda e blá blá blá.

Dito isso, a Jimin tá aí de volta com Hey. Confiram…

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Segundas impressões sobre “Cardcaptor Sakura: Clearcard”

Puxa, a resposta do público para com o meu post de primeiras impressões sobre o sucesso do momento, Cardcaptor Sakura: Clearcard, foi tão legal que resolvi acompanhar o anime semanalmente e comentar episódio a episódio detalhadamente, com todas as suas sutilezas e possibilidades para análises semióticas.

Que original, né? Vamos lá para o segundo episódio: “O quarto sem saída”.

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Sunmi está de volta com cover de “Fight For This Love”, da Cheryl (digo, “Heroine”)

Os últimos tempos têm sido bem frutíferos para fãs de solistas no K-Pop. Do final do ano passado pra cá, várias cantoras retornaram com jams voltados para as pistas, com todos os requisitos necessários para agradar, bom, fãs de divas Pop. Rolou Uhm Junghwa com o LP dela, HyunA com “Lip and Hip”, aquela mina que não é do Loona com “Ocean View”, Yves, que é do Loona, com “New”, Chungha com “Roller Coaster”, logo logo tem comeback da Jimin. Não há o que reclamar.

A mais recente a se juntar ao front foi a Sunmi, com Heroine. Confiram a delícia…

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