Capitão Onigiri acredita que, mesmo com a pirataria, mangás estão vendendo bem no Brasil

Vocês sabiam que na blogosfera fundo de quintal otaku aqui do Brasil, diferente da blogosfera fundo de quintal capopeira, rolam vários canais de YouTube com diferentes tipos de conteúdo relacionados ao meio? Que pisão na blogosfera fundo de quintal capopeira.

Btw, ontem (8), o canal JBox TV postou um vídeo respondendo algumas perguntas de seguidores a respeito de, huh, coisas perguntáveis sobre o mercado otaku nacional. Além do host com voz de locutor, que, num primeiro momento, eu achei que fosse o vocalista da banda The Kira Justice, o programa contou com a participação do Leonardo Kisune, do canal Video Quest, que deu umas dicas marotas para os otacos que querem trabalhar com mangazinhos aqui no Brasil, e do Capitão Onigiri, da loja Capitão Onigiri, que falou uns troços que eu deixarei para o próximo parágrafo, pois esse aqui já está enorme.

O Capitão Onigiri falou sobre a venda de mangás aqui no Brasil, pirataria e colecionismo. Confiram no vídeo a partir de 11 minutos:

Como eu sei que vocês, leitores, são muito preguiçosos para clicar no vídeo e interromper a música do BTS tocando em seus players, darei uma resumida.

Baseado na pergunta de um seguidor, que não aguentava mais segurar com ele a dúvida de se, mesmo com a pirataria rolando solta, os mangás vendem bem aqui no Brasil, Onigiri-senpai (será que ele é mais velho que eu? (Eu sou bem velho. Até ouço Kid Abelha. (Mas eu também escuto K-Pop, então isso pesa a favor da juventude?))) disse que, uou, sim, os mangás seguem vendendo bem por aqui.

Ele acredita que isso ocorre porque a compra de mangás não é baseada apenas na leitura, mas também no colecionismo. Que seus clientes fissurados nesse hobby de colecionismo gostam de ostentar em suas prateleiras seus títulos favoritos. Que muita gente está conseguindo aproveitar essa onda de colecionismo que está surgindo cada vez mais forte e conseguindo trabalhar com isso, inclusive ele, que toca uma loja já há quatro anos.

Oni-chan defende que esse hobby, o colecionismo, é o que mantém o mercado nacional de mangás aquecido. Crê que, mesmo com os meios digitais, ainda vai ter aquela galera que prefere ler a versão física, com ele mesmo se colocando nessa fatia por não gostar de ler digitalmente.

Diz ainda que o hábito de colecionismo é bastante prazeroso e que já coleciona há 17 anos.

Tinham parágrafos demais sem nenhum ilustração para quebrar a leitura e isso faz com que os millennials fechem a página, então coloquei um vídeo sobre esse tema, colecionismo. Mauricio Manieri sumiu, né?

Voltando às aspas do Capitão-kun ao JBox, ele coloca que as editoras vêm trabalhando muito bem, adaptando diferentes formatos para públicos diferentes consumirem. Mas que, no entanto, esse mercado ainda é novo aqui no Brasil, que precisa de mais tempo para evoluir.

Ainda nesse tema, ele põe que a distribuição ainda não é tão eficaz, que não atinge o país inteiro corretamente. Onigiri explica ainda que o segundo maior público de sua loja é de Fortaleza. Que as editoras devem perceber esse público que está longe e trabalhar para que seus produtos atinja essa galera.

Concluindo, ele traz que, quem quer ganhar dinheiro com a venda de mangás e produtos dessa linha no Brasil, encontra um jeito de driblar a pirataria.

Puxa, o mercado otaku nacional é tão interessante, né?

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2 comentários em “Capitão Onigiri acredita que, mesmo com a pirataria, mangás estão vendendo bem no Brasil

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