TOP 50 | As melhores faixas do Asian Pop em 2011 (37ª até 26ª)

E cá estamos nós com a segunda das quatro partes do top 2011. Anteriormente nessa delícia, tivemos várias pessoas chocadas com o fato de eu preferir a versão japonesa à coreana de “Bang!”, hit assinatura do falecido After School, que nem mesmo entrou na lista final, sim como menção honrosa.

E agora, quais paradigmas a respeito do meu excelente e intocável gosto musical (huahuahua) serão quebrados abaixo quando eu chutar mais hinos em posições baixas nessa lista? Confiram…

“Re:Make” é o One Ok Rock fazendo música de One Ok Rock. E eu adoro músicas de One Ok Rock, logo, adoro “Re:Make”. Na real, esses Rocks “radiofônicos”, mais Pops, com refrães grudentos que dão vontade de cantar junto são quase sempre matadores. Então, mesmo se não for a praia de vocês, sugiro dar uma chance aqui. É o tipo de troço que estaria em casa numa série teen dos anos 2000, não fosse o fato de ser cantada em japonês.

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Alguns de vocês irão coçar a cabeça em confusão com “Bangkok City” estar rankeada acima de “Shangai Romance”, que deve ter sido a grande faixa título do Orange Caramel de 2011 até o triunfante comeback coreano em 2014. Ainda mais por, visual e sonoramente, isso aqui ser o treco menos Orange Caramel do catálogo das três toscas, mais parecendo algo que o After School lançaria completo em vez da unit. Mas, novamente, é aquilo de eu optar por listar mais alto canções que, num geral, eu escuto com uma maior frequência. E “Bangkok City”, pra mim, é o troço mais divertido do trio pré-2014. Então, se joguem aí nesse eurodisco farofeiro maravilhoso para ir até o chão como se não houvesse amanhã.

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Da mesma maneira, muitos de vocês levantarão a sobrancelha em WTF comigo matando “Trouble Maker” assim antes mesmo do top 30, visto eu ser um assumido stan de HyunA e 4MINUTE. Só que a minha coisa favorita do duo, na real, é a espetacular Now, de 2013. Então, o debut, numa comparação em minha cabeça, acaba empalidecendo. Bobagem, né? Pois é. Tem horas que fica difícil justificar as colocações em listas assim. Btw, curtam aí o hino nacional delicinha dos casais problemáticos coreanos.

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A trilha sonora de “Ao No Exorcist” é uma das mais legais dessa década. Os produtores conseguiram reunir um punhado de faixas divertidas e que funcionam dentro e fora do nicho de fãs da animação. “In My World” é a minha terceira favorita nela, sendo meio que a reunião de todos os conceitos obrigatórios para um jam rockish brilhar como animesong. As melodias são ótimas, rolam vários momentos arrepiantes e que clamam por serem reproduzidos, refrão ótimo, pré-refrão melhor ainda, bridge incrível. Que bop!

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Essa aqui, em meu rascunho original, apareceria só mais pra frente. Porém, não lembrava que o videoclipe era esse bagulho bizarro alternando cenas delas dançando fofinhas com takes sugestivos das pirralhas ~sensualizando~ como se tivessem num ensaio para alguma revista masculina. WTF! Enfim, ignorem o clipe grotesco e ouçam um dos números idol pop japoneses mais legais dessa década. AKB48 morrerá sem nada igual em sua discografia.

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Aaaaarrrrggh, essa bosta maravilhosa!!1 Saudades dessa época onde boygroups apostavam em canções grudentas e sem todos o maneirismos irritantes e delimitadores do que é “para garotos” de hoje em dia. “Mr. Simple” é daquelas farofas idiotas e repetitivas que entram na cabeça para não sair mais. Ela é estranha para caralho, com os sintetizadores jogados de modo maluco, mas as repetições e o delivery vocal tornam-a estupidamente Pop e impossível de ser esquecida – no bom sentido, claro. E pontos extras para a capa do álbum com o mano de centro só de cueca e com o pau duraço. Tem que ter muito desprendimento para se prestar a esse papel.

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“Trick” comumente é colocada por fãs do Girls’ Generation como a melhor album track do grupo. Particularmente, eu discordo, mas até entendo esse clamor todo. Ela é um dos grandes momentos farofeiros das ex-divine9, sendo pensada do início ao fim como um dance para as pistas, funcionando como uma evolução natural à imagem menos infantilizada que elas haviam começado a trabalhar no ano anterior. Pra mim, é a segunda coisa mais legal do “The Boys”. O tecladinho do início, em especial, é maravilhoso. Uma pena não terem trabalhado-a também, pois um MV com uma coreografia marcante cairia bem.

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Ainda na trilha do “Ao No Exorcist”, temos essa mina que até hoje não faço ideia de quem seja entregando um J-Pop-bate-cabelo inacreditável para servir de encerramento da delícia. Inacreditável, no caso, por ser bem incomum esse tipo de farofa eletrônica ser usada em animesongs. Pensem em, sei lá, trabalhos da Selena Gomez antes dela se levar a sério, ou na Natalia Kills antes de implodir a carreira no The X-Factor. Vai por essa linha.

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Essa aqui é tão boa também. “Me, In” é, basicamente, o momento mais roqueiro do grupo, mesmo antes serem convertidas em “banda”. Todos os elementos associáveis à jams de grrrrlbands estão aqui, com um guitarrão bem festivo, a bateria marcada, a interpretação vocal sassy. É a própria I Love Rock’n’Roll ou Celebrity Skin delas. E o pior é que funciona até hoje, sendo um dos meus trecos favoritos do grupo em todos os tempos. Podia ter sido title, podia ter recebido clipe…

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Adoro como os produtores pesaram bastante a mão no instrumental de “Pinocchio”, fazendo dessa uma faixa agressiva, mas ao mesmo tempo fofa em questão de interpretação vocal. Isso é o F(x) já sendo F(x) em 2011, indo um pouco mais a fundo, ousando sonoramente e empurrando os limites do que é esperável para um grupo coreano. Que guitarrinha maravilhosa, a propósito.

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Também adoro o jeito melancólico como as meninas do 2NE1 interpretam “Lonely”, sem histrionismos, sem exagerar em enfeites vocais desnecessários ou impostar uma dramaticidade desmedida. É um ótimo exemplo de como baladas podem ser montadas com pouco e, nisso, serem muito numa tracklist. Nesse quesito, é a minha favorita delas até hoje. O sentimentalismo é quase palpável.

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Huh, não sei se é viagem minha, mas não vejo quase ninguém falando sobre o repertório japa do 4MINUTE, dentro e fora da fanbase. O que é estranho, porque elas, para a terra do Goku, soltavam trecos que soavam até mais idol pop que nos esforços coreanos. “Ready Go” é uma das minhas favoritas, adicionando elementos roqueiros na estrutura bubblegum que elas tão bem executavam. Que refrão ótimo, bicho…

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[50-38]

[25-11] [10-01]

E… Foi isso aí. Alguma surpresa?

Para a próxima parte, aquele clichê de listas de melhores do ano em blogs de asian pop, com todas as canções que bem mereciam um top 10, sendo lindas, poderosas, maravilhosas, mudadoras de vidas e blá blá blá, mas que, por pura subjetividade desse que escreve, acabaram ficando de fora do panteão final. Quais os palpites de vocês?

Spoilers: 6 jotapopes, 9 capopes. 2 entraram naquela lista de indicações dos outros blogueiros.

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