TOP 40 | As melhores faixas do K-Pop em 2014 (25ª até 11ª)

E lá vamos nós com a segunda parte do top com as melhores faixas do K-Pop em 2014 – versão atualizada para a diagramação do WordPress + adaptações para o meu apuradíssimo gosto musical em 2018 (hahaha).

Para agora, aquele clichê de rankings na blogosfera fundo de quintal: todas canções incríveis, maravilhosas, mudadoras de vida, verdadeiras pérolas, mas que por pura subjetividade desse que vos escreve, acabaram não figurando entre as 10 mais.

Sem enrolações, vamos descobrir quem morreu na praia…

Eu gosto bastante das diferentes propostas musicais dentro do primeiro mini da Sunmi. Há uma variação bacana de influências, mas que conseguem soar coerentes juntas ao fim. Tudo meio sombrio, sensual, sentimental. “Burn” é a minha favorita nele (e foi a minha favorita dela até sair “Gashina”), mostrando-se um pancadão Dance para bater cabelo muito digno. Uma pena não ter recebido MV. Com o auxílio visual correto, ficaria até mais acima nessa lista.

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O Orange Caramel totalmente elevou o nível do jogo através do clipe de “My Copycat”. Os filhos da puta do DigiPedi conseguiram pegar algo estupidamente simples (esses joguinhos de revista, como o de encontrar o personagem, ou de sete erros) e converter num espetáculo visual implacável de tão divertido. Como raios ninguém pensou nisso antes? Sobre a música, é ainda outro daqueles números do trio misturando Dance italiano, trot, saxofone e mais sei lá quantos elementos que colam ao final. Que falta um girlgroup assim faz na cena.

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“Iron Girl”, colaboração da Yenny com a Lim Feia nos trechos de rap, soa como uma balada Post Grunge/Hard Rock, quase como uma versão um tiquinho mais light de algo que o Audioslave faria. A diferença de interpretações entre ambas é interessante de ouvir, com a primeira mais enérgica, meio debochada até, e a outra imprimindo um mix de sentimentalismo, depressão e sensualidade. Versos ótimos, refrão ótimo, resultado arrepiante.

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Aaaarrrggh, essa aqui é tão maravilhosa! “Vacance” faz par com “All Night” dentro da tracklist na parte de números retrôs um tiquinho mais vibrantes que o resto do LP, com uma inclusive completando a outra sonoramente, já que estão dispostas de maneira seguida. Ouvir isso é como ouvir vários refrães, um atrás do outro. A guitarrinha indo se intensificando é tão legal. Que hino [4].

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Tenho uma ligeira impressão de que “Adrenaline” quase ficou com o posto de lead single desse segundo EP do TaeTiSeo. A faixa foi trabalhada junto com “Holler” nos programas de TV e, mesmo após as promoções dessa era, foi a que sobreviveu nos set lists de turnês do Girls’ Generation. Particularmente, é que mais gosto dentro do disco e do trio num geral. É como se fosse alguma trilha de desenho animado antigo. Mais uma que valia um clipe, mas a vida é injusta.

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Nossa, que saudade do Marionette’s gate! O hate em cima disso aqui foi tão grande, tão exagerado e tão engraçado que sinto até uma certa pena de a música ótima ter ficado em segundo plano. Em retrospecto, “Marionette” é uma das melhores representantes dessa onda de midtempos sensuais que imperava na época, sendo instrumentalmente pesadíssima, intensa e deliciosamente bem interpretada. Não foi a melhor coisa do Stellar em 2014, mas foi hiper eficaz como um “re-debut”.

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QUINTA MÚSICA DO F(X) NESSE RANKING! Dá vontade de ver suas favoritas lançando um álbum tão incrível, coeso e recheado de bops que funcionam separadamente como o “Red Light”, né não? Do leque de EDMs esquizofrênicos com várias explosões e variações ao longo dos minutos de track, “Spit It Out” é o meu segundo favorito (o primeiro é meio óbvio, duh). Depois que passa o primeiro refrão e começa o batidão, o meu corpinho já não me pertence mais… (Que hino [5])

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Falando em pancadões hecatombicos capazes de retirar o livre arbítrio em prol de fazer com que nossos corpos se movimentem como se não houvesse um amanhã: “Sugar Free”. Essa bosta! ❤ Não sou muito íntimo da linha do tempo de ódio ao T-ara, mas elas eram bastante detestadas aqui, né? A belezinha não vendeu quase nada à época, rankeando super baixo nas paradas coreanas – e ainda assim, pegou um #1 na China, rainhas internacionais. Adoraria que elas tivessem continuado nessa pegada EDM em comebacks posteriores, mas foi um “ápice” evolutivo sonoro legal ao grupo, iniciado lá em 2012 com “Sexy Love”. Precisamos de um novo T-ara na cena.

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Eita, um boygroup nessa lista? Pois é, eles até existiram em 2014, mas a proporção de músicas melhores vindas de acts femininos foi tão alta que eu nem me senti intimado a incluir números masculinos “apenas aceitáveis” só pra preencher cota. Dito isso, das duas presenças de caras que vocês verão por aqui, começaremos com o GOT7. Uma pena a JYP ter estragado tanto esse apelo inicial deles em emular sonoridades retrôs. “A” é um exemplo perfeito de canção Pop masculina bem executada, chiclete, divertida e que dá vontade de ouvir várias vezes. E o clipe ridículo também é excelente. A propósito, mesmo com essa thumb cagada, o vídeo abaixo está no ar, podem clicar.

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Fãs mais fervorosos (o Dougie, huh) discordarão, mas “B.B.B” é fácil a melhor coisa do Dal Shabet em todos os tempos. A introdução emulando Sweet Dreams Are Made Of This é desnorteante, todas as rotinas nela são emocionantes e há um ar tão deliciosamente boiola em toda ela que imediatamente ao ouvi-la já sinto vontade de fazer uns carões e sair voguing pela casa. E a mina de cabelo curto fazendo o rap é gostosa demais, devia ser emoldurada com o figurino do MV. Aliais, o videoclipe num todo é bem lindo, com destaque especial pra cena com a câmera pegando elas deitadas por cima em p&b na bridge. Sério que o povo não hitou o Dal Shabet por causa do SNSD?Que vergonha, Coreia…

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Ainda outro bop. Já se ligaram que estamos naquela etapa em listas onde as coisas ficam apertadíssimas e apenas as melhores das melhores aparecerão, né? Caso desse pop heaven aqui da Hyoseong, sing-along do início ao fim. Fica até meio difícil nela delimitar onde começa e termina o refrão, pois são tantos os ápices diferentes que é como se tudo funcionasse como um grande chorus. Pontos extras para o break de trap que, diferente do habitual, não parece deslocado do pacote todo. E mais pontos extras para a beleza da Hyoseong, que, puta merda, é uma das maiores do K-Pop.

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“Butterfly” é até hoje a minha album track favorita do F(x) em todos os tempos. Além de ser, em minha cabeça, talvez a que melhor encapsule o “Red Light” como um álbum. Ela é toda muito estranha, densa, carregada em elementos soturnos, mas consegue em meio a tudo isso soar como um bubblegum pop genuíno. Amo a melodia do refrão, amo elas interpretarem vocalmente as linhas como se fossem sereias tentando atrair um navegante desavisado para a morte através do prazer, amo as tiradas sexuais de duplo sentido, amo “Butterfly”. Que hino [6].

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“HEY! HAHAHAHA! Não importa onde você vá (não importa onde você olhe) / As meninas bonitas são AOA! YAAASS! / Você sabe (EU SEI) você sabe (EU SEI) / Eu sou boa, eu sou quente, eu sou refrescante and FRAAAAIII (e Brave Sooound)” (…) Bicho, “Like a Cat”, só por essa introdução safada, já pegaria um top 20 aqui no ranking, mas somem isso ao que vem depois ser uma farofa DIVERTIDA PRA CARALHO, cheia de “HEYS!” e todos os demais elementos que fizeram do AOA, huh, AOA, e PUM!!!, quase entre as 10 mais. Não chega a ser a minha favorita delas (aguardem a próxima parte), mas com certeza é a faixa mais representativa do que é o AOA em minha opinião.

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Falando em músicas favoritas, do repertório do Sistar, “I Swear” é a que mais gosto, mais ouço e que mais me desperta sentimentos. Toda vez que a escuto é como se uma injeção de alegria fosse aplicada em mim, me dando vontade de sair pulando pela rua, acreditando que a vida pode ser maravilhosa e sem qualquer problema dali em diante. É Hyolyn e as outras fazendo o que fazem ao máximo, em questão de sonoridade, de interpretação vocal e de videoclipe. As eternas rainhas do verão fazendo jus ao título.

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A Shannon Williams surgiu para o grande público dando uma de BoA e dançando loucamente numa baladinha profunda, emocionante, bem tocada e bem cantada. É claro que ela vestir um terninho vermelho e mandar uns passos de Jazz/Balé Moderno no meio da chuva contou pontos para que “Daybreak Rain” se fixasse em minha cabeça, mas a real é que isso aqui carrega tudo o que é necessário numa power ballad para que ela faça a diferença no fim do dia. A forma como ela vai adquirindo elementos de trap até explodir ao final me causa arrepios até hoje. Originalmente, ela ocupava a décima posição dessa lista. No entanto, passado o período entre aquela primeira versão e essa, a vaga foi surrupiada por um sexy concept dum certo quarteto aí que acabei ouvindo mais nesse meio tempo. Mas, huh, foi quase lá, Shannon. Tipo a sua carreira.

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[40-26]

[10-01]

Ahein, essas aí foram as que morreram na praia. Amanhã, enfim, as 10 mais.

2 solistas, 1 boygroup e 7 girlgroups. Alguém arrisca chutar?

foda-se #cookie jar

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10 comentários em “TOP 40 | As melhores faixas do K-Pop em 2014 (25ª até 11ª)

  1. eu morro de rir toda a vez que você coloca essa intro de like a cat em português

    não acredito que orange caramel ja morreu aqui grr

    e tava com esperanças de aparecer candy jelly amor das amaveiz mas provavelmente nao vai aparecer no top 10 </3

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