TOP 40 | As melhores faixas do K-Pop em 2016 (10ª até 01ª)

Com 30 músicas já cortadas, é hora de o top 10 com as maiores, melhores, mais lindas, sensuais, grudentas e deliciosas faixas lançadas no K-Pop em 2016 ser revelado – pela segunda vez, visto isso ser um re-post, atualizando para o layout do WordPress. Finalmente, nenhum buraco restará na aba de “melhores do ano” aqui do blogzinho, aquietando meu TOC de uma vez por todas.

Honestamente, vejo 2016 como um dos piores anos dessa década para o K-Pop. Boa parte das músicas que eu lembro ter curtido na época acabaram não sobrevivendo em minhas playlists conforme o tempo passou. Em contrapartida, é válido citar também que uma porção de canções que eu tinha deixado de lado num primeiro momento foram crescendo bastante (2/3 do pódio são de trecos que nem entraram na lista original). Então, huh, os destaques foram realmente destaques, embora não tantos quanto 2015 ou 2017.

Quem irá se juntar a “The Boys”, “Sexy Love”, “Wild”, “Red Light”, “Crazy” e “Eclipse” no meu panteão particular de capopes? Vamos descobrir…

A ideia de o Cosmic Girls ser um grupo gigantesco composto por quatro subunidades, com cada integrante representando uma casa zodiacal, desde o início, me soou curiosamente interessante, já que essa temática astronômica/astrológica, científica/mística poderia servir de fio condutor para praticamente qualquer videoclipe que elas quisessem lançar, sejam eles com canções que fizessem sentido nisso ou não. É aquilo de se diferenciar, ter uma identidade, sacam? Dito isso, “Secret” é como se Stevie Wonder encontrasse Lovelyz. Os versos da mocreia do rap Exy, supreme bias, são deliciosos demais, com um flow super consistente. A canção é simpática e agradável, tem seu brilho e é o melhor single delas até aqui, com uma aura “madura” que me remete à coisas como Drama, do 9MUSES, e Into You, da Jun Hyoseong. O MV foi o melhor do ano e, talvez, um dos mais lindos do K-Pop de todos os tempos. Ele segue o mesmo molde dos do Red Velvet pré-Roleta Russa, com planos giratórios, jogos de câmera por cima, mas acrescenta ícones zodiacais, remetendo também a filmes de Sci-Fi B, o que deixa tudo num nível bem mais empolgante. Tivesse mantido esse nível, o Cosmic Girls seria um dos nomes coreanos mais interessantes da atualidade.

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Eu ainda consigo me lembrar das sensações que tive ao escutar “Windy Day” pela primeira vez. O instrumental começa como um Pop adocicado bem qualquer coisa, levado ao violão e com algumas notas de piano, servindo de pano para o vocal meigo das meninas do Oh My Girl em mais um de seus números aegyo. Até aí, apenas okay. Segui em frente e as coisas começam a evoluir quando chega o pré-refrão, onde surgem mais elementos de peso, como a guitarra subindo e descendo na escala de notas, a bateria indo com mais força. Minha sobrancelha esquerda começou a levantar bem no cantinho. Até que o tal pré-refrão não acaba e descubro que aquilo já era um refrão bem súbito, pois as garotas passam da voz de peito para o falsete e lhe dão continuidade. Ao fundo, a banda aumenta seu tempo de maneira frenética e tudo começa a soar como numa trilha sonora medieval. Na tela, as integrantes corriam como elfas numa floresta. Uma delas avista um veado. Ela tem uma arma. Ela mira. Ela atira. Meus olhos arregalam. *BOOOOOOOOOOOOOM* com o mega refrão acabando e entrando um instrumental que parece ter sido retirado da novela “O Clone”. Uma rajada de vento violentíssima ataca as meninas após atirar. E eu estou de cabeça para baixo. Todo o clima místico volta com um pouco mais de peso no retorno dos versos. Mais um refrão gigante. Uma das gatas encontra uma caixa misteriosa num labirinto. WINDY DAY! Outra rajada de vento… WINDY DAAAAAY! A ponte dá as caras. A menina que assassinou o veado começa a coçar a testa. NASCERAM CHIFRES NELA!!!!! WINDY DAAAAAAAY! Mais vento! WINDY DAAAAAAAAY! O instrumental explode novamente! WINDY DAAAAAAAAAAY! Eu to pulando e dançando com a Sugar (minha gata de estimação que odeia humanos) como se fossemos companheiros anões após vencermos uma batalha contra os elfos! WINDY DAAAAAAAAAAAY!

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“High Heels” é ótima. Ótima, ótima, ótima, ótima! O modo como ela soa roqueira em sua construção, mas ainda ganhando elementos funkeados aqui e ali, é genial. A introdução com os “I’m a sexy girl, I’m top girl, I’m a pretty girl, I’m a foxy girl” gritados é chiclete puro. Ela é empolgante, é animada, grudenta, farofeira, divertida, viciante, eficaz na proposta inicial: entreter. Lembro que a escutei repetidamente na ida e volta de ônibus ao cinema para assistir “Procurando Dory” e não enjoei. Aliais, seis meses DOIS ANOS se passaram e eu ainda não me cansei, pois HH é aquele tipo de bubblegum Pop curtinha que não tenta reinventar a roda e nem adiciona elementos sônicos divergentes do normal, mas perdura por anos e anos, tamanha a capacidade de soar atual em diferentes períodos do tempo. Alguns qualificam isso como ser genérico de um modo pejorativo, eu qualifico como genérico de modo competente. O MV traz a mesma ideia usada por girlbands desde que o mundo é mundo: colocar cada integrante num papel diferente, atribuindo-lhes individualidade. E funcionou. Agora, olho para cada uma e penso, “Aah, é a gostosa bailarina”, “olha, é a tosca fantasiada de coelho”, “eita, é a gostosa que dança com a poc na borracharia”. Sinceramente, uma ótima farofa.

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Se “Heartbreak Hotel” pode ser colocada na mesma prateleira de baladas do Roxette ou da Bonnie Tyler, “I Just Wanna Dance” entra fácil no mesmo pote daqueles números mais dançantes com um tiquinho de melancolia lançados por divas do Pop no final dos anos 80, tipo Papa Don’t Preach, da Madonna, ou Cold Hearted, da Paula Abdul. Versos fortes, um bom refrão e bastante peso instrumental. E pensar que a Tiffany sempre foi uma das Girls’ Generation que eu menos simpatizei e, no fim, se mostrou a com melhor capacidade em construir um repertório coerente, original dentro da cena a qual estava inserida e, principalmente, com músicas que duram e duram na cabeça. Uma pena ela não ter continuado a apostar nessa linha em sua carreira ~internacional~. Com o investimento certo, poderia ser uma Robyn ou Carly Rae Jenpsen de menor orçamento.

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SURPRESAAAA, XOXOTICASSSS!!!! E o título de melhor faixa de boygroup vai, novamente, para os caras do EXO, com “Lucky One”. Puta que pariu, que música boa! A maneira como ela é levada de maneira funkeada mesmo sendo um Dance é espetacular. O refrão é uma coisa de louco e joga a energia lá para cima logo depois do instrumental desacelerar e dar lugar para os sintetizadores House aparecerem, apenas para desaparecerem logo em seguida e entrarem as guitarras. Os efeitos eletrônicos inspirados no movimento New Romantics, que parecem ter sido tirados de algum documentário horrível sobre ufologia com “especialistas” explicando o porquê de um bebê cabra numa fazenda a meio-oeste dos Estados Unidos não ter mais vontade de mamar ser (ou não) culpa de alienígenas do passado terem infectado aquela área, dão todo um tom trash pra backtrack, que é maravilhosa. E o MV também cumpre bem seu papel, trazendo ao visual aquilo que escutamos na música, com todo um clima de mistério regado a ícones de ficção científicas podrões. Que bop!

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Eu amei deliciosamente todas as canções trabalhadas pelo I.O.I nesse curto período de vida do grupo. “Crush” tem aquele aquele ~apelo cachorra~ que tanto gosto, “Dream Girls” passa com eficácia todo o sentimentalismo vibrante proposto, “Homão da Porra” tem um pé no Rock que muito me agrada, até a trasheira de “Pick Me” é divertida. Mas “Very Very Very” é apenas… Melhor! É o tipo de coisa que imediatamente vira aquela chave asian-creepy-feeling na minha cabeça, coisa que costumeiramente só ocorre com releases japas, mas que rolava muito com o K-Pop no início da década, quando as coisas por lá eram bem menos ocidentalizadas que atualmente. O instrumental é basicamente uma sequência de sintetizadores futuristas fofinhos lembrando arcades dos anos 70/80, acrescidos de uns outros elementos mais tímidos, como palmas, estalares de dedo, acordes de baixo, umas batidas trap antes do refrão e aquele som que faz quando mandam uma mensagem no Whatsapp para desktop. Em todas as sei lá quantas recriações de “Gee”, JYP e I.O.I podem se gabar de terem a melhor.

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E quando eu jurava que a dobradinha da Heize com o Dean mostrada em “Shut Up & Groove” não poderia ficar melhor, os desgraçados vão e me chamam o DJ Friz (que eu escrevi o nome errado no banner acima, mas ficará assim, pois to com preguiça de consertar) e lançam mais um dueto de Hip Hop devastador. Aaargh, que música gostosa! É bem difícil encontrar uma rapper que consiga mandar bem nas rimas, com um flow bacana e, ainda assim, conseguir cantar bem. Aqui no ocidente, os nomes mais óbvios são a Negra Li, a Erykah Badu, a Janelle Monáe e a Lauryn Hill. No oriente, em uma menor proporção, talvez a CL e a Jessi. E agora, a Heize. O instrumental de “And July” grita a 90s por toda a construção mais orgânica, com as batidas contadas pela caixa e a inserção de um andamento de fundo mais lento feito pelo baixo, mas possuir uma adição de velocidade levada pelo piano. É claro que as palmas, batidas de pratos e backing vocals mais gritados ao final dão todo um sabor bem mais especial. A contraposição das rimas mais malemolentes, por vezes até cantadas, da Heize com o ótimo vocal do Dean, que acertou em cheio ao só seguir afinado a melodia em vez de rechear a performance com agudos e melismas desnecessários, faz dessa uma colaboração que permite aos dois brilharem tanto individualmente, quanto juntos. Já o MV, dirigido pelo Digi Pedi – duo responsável por algumas das melhores produções visuais do Orange Caramel, do Loona, do EXID, do Stellar e de mais um monte de gente -, mostra os dois como um casal birrento e teimoso, que implicam entre si durante todo o dia, vingando-se de maneiras bem toscas e aleatórias. Se vocês tem algum tipo de preconceito com o Hip Hop sul-coreano, talvez essa seja uma boa maneira de começar a se aventurar pelo nicho.

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*BOOOOOOOOOOOOOOOOOOOMMM* com o atual grupinho da nação rankeando em TERCEIRO LUGAR enquanto suas favoritas nem na lista apareceram. Pode parecer estranho olhando de hoje, com o 2018 TERRÍVEL do Twice nas costas, mas anos atrás, antes de esgotarem sua criatividade para bubblegum pops aegyo divertidos com “Likey”, elas realmente soltavam músicas ótimas. E de todos os bops 2015~2017 que elas liberaram, “TT” segue como o meu favorito no repertório do grupo. Adoro ela ser um garage house cintilante, porém com uma escolha instrumental mais grave e “pra baixo”, fazendo um paralelo inverso interessante com a interpretação vocal mais aguda e “pra cima” das meninas. Adoro como todos os versos dela são extremamente cativantes e com um fator de grude altíssimo. Adoro o clipe de halloween caríssimo, com cada uma delas interpretando uma personagem numa casa assombrada. Ironicamente, eu tinha achado ela meio bosta à época do lançamento. Que bom que o tempo passa. “TT” é o ápice do Twice, de todos os artifícios que fazem da marca o que ela é hoje. E é também o ápice de um girlgroup em 2016.

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“Watch Me Move” é a epítome da boilagem em termos musicais dentro do K-Pop. E antes que alguns de vocês venham com raios problematizadores, eu destaco em caixa alta que ISSO É UMA COISA ÓTIMA. A Uhm Jung Hwa pegou todos os ícones possíveis relacionáveis ao musiqueiro ballroom party noventista, casas de diversão e libertação para fatias discriminadas da época (gays, trans, latinos, negros etc.), e atualizou aos dias de hoje. Funciona excelentemente aos ouvidos, com o deep house sujão servindo de cama para uma porção de melodias arrepiantes, catárticas. Funciona excelentemente aos olhos, com ela encarnando uma space disco diva enquanto o balé se joga no voguing. E, com quase 2 anos desde seu lançamento, ainda assim é muito difícil não se jogar junto com eles quando o refrão chega, hein. “Watch Me Move” é glitter, são luzes de neon iluminando ambientes esfumaçados, é o som de saltos batendo no chão, são drags dublando por suas vidas ansiando por um “Shantay, you stay!”. É a Vogue do K-Pop.

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“Free Somebody” é, talvez, a melhor canção de debut não só para um ato da SM Entertainment, mas talvez a maior música de estreia de qualquer solista da história do K-Pop – competindo ombro a ombro com Ain’t Nobody, da HA:TFELT. Que delícia de electropop, absurdamente dançante, que não deixa o clima cair em momento nenhum. Do teclado no início aos sintetizadores que lembram cornetas que a encerram, a faixa percorre um caminho espetacular. Os versos iniciais cantados com um pouquinho de ar na voz, os “I know, I know, I know, I know” grudentos, o refrão… PORRA, ESSE REFRÃO, PUTA QUE PARIU ESSE REFRÃO, CARALHO! É só a gostosa gritando que quer libertar alguém, seguido de batidões, mas é tão gostoso que… Sério, é inexplicável. “Free Somebody” entrega tudo o que é esperado de uma boa música Pop e ainda vai além. E com o videoclipe genial, a experiência é ainda melhor. Eu to chocado com a SM realmente abrindo a carteira para mesclar cenas de estúdio com uma animação psicodélica apenas para dar sentido à metáfora de libertação de corpo e mente. Em 2016, a Luna foi o pacote completo e sua música conseguiu o que pouquíssimas outras atingiram durante o ano: ser memorável. Eu tenho certeza absoluta que, daqui há uns 30 anos, se alguém me perguntar sobre como era o K-Pop na minha época, essa canção será uma das primeiras que lembrarei da melodia, enquanto tantas ficarão perdidas em minhas memórias como só mais outras parecidas entre si. Temos um novo clássico. Parabéns aos envolvidos.

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[40-26] [25-11]

E, Brasil… Foi isso aí que rolou de melhor em termos capopeiros no ano de 2016. Concordam? Discordam? Digam nos comentários. Compartilhem também as suas favoritas de tal ano e, claro, chutes para os rankings de 2018, que vão ao ar nos últimos dias do mês que vem.

E caso vocês tenham chegado aqui por meio de algum link divulgado em grupos de Facebook ou Twitter e gostem de descobrir sobre canções mais antigas dentro desse nicho, saibam que vários outros posts especiais relembrando lançamentos de outros anos já rolaram nesse blog. Vocês podem conferir eles em formato de tops para 2011, 2012, 2013, 20142015 e 2017, ou em formato de playlist para 2000, 2001, 2002, 2003, 20042005 e 2006.

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14 comentários em “TOP 40 | As melhores faixas do K-Pop em 2016 (10ª até 01ª)

  1. CHOCADO que Free Somebody pegou o topo do pódio, apenas kkk Eu confesso que já tinha esquecido de High Heels (mas isto foi por causa do impacto da maravilhosa Rollin’ em 2017 que apagou toda a carreira pregressa delas na minha mente) e desse single da Heize (que eu vou usar pra me aprofundar mais em k-hip-hop como você disse).

    Apesar de eu amar a Tiffany e este álbum da Uhm Jung Hwa, minha faixa preferida deste top 10 é Windy Day… O clipe é como aqueles animes ambientalistas mais sérios enquanto que a melodia é praticamente um acervo de um ato indie gótico suave. Sigo Oh My Girl até hoje na espera de outro single tão marcante quanto este kkk

    Mal posso esperar pelos top de 2018 xD

    Enquanto isso, no Aquário Hipster, já rolou Album Review dos últimos lançamentos do Mamamoo e do Red Velvet!!!

    Sabiam que o EP do Mamamoo tem tudo a ver com o signo de Sagitário?? https://aquariohipster.wordpress.com/2018/11/29/album-review-mamamoo-blue-s-ou-mamamoo-inaugura-o-epoca-de-sagitario-representando-o-signo-da-forma-mais-melancolica-possivel/

    E gostariam de treinar seu inglês pros vestibulares?? O Aquário Hipster deu uma de Red Velvet e fez uma english version para a Album Review de RBB!! https://aquariohipster.wordpress.com/2018/11/30/album-review-red-velvet-rbb-or-red-velvet-screams-for-their-lives-while-chase-a-werewolf-was-it-better-than-power-up/

    Curtido por 1 pessoa

  2. Lista do que eu colocaria e que não apareceu:

    – a farofa despretensiosa com MV mais despretensioso ainda do Stellar:

    – a B-side da Taeyeon que merecia clipe e a outra que a blogosfera detestou:

    – as farofas que Amber e Luna lançaram naquele ano:

    (essa de cima fica ainda melhor na versão em inglês, procurem depois)

    – e a B-side ignoradíssima do EXID que até ganhou MV na versão chinesa:

    Da parte das boybands:

    – a farofa à la Jovem Pan Greatest Hits do B.A.P.:

    – a farofa com tema polêmico dos tiozões do U-KISS:

    – e a música do SNUPER que poderia muito bem ser lançada pelo A-Ha:

    Só não mencionei Whatta Man e Pick Me do I.O.I. porque você já fez isso.

    P.S.: Minha memória está falha ou você deixou Dal Shabet de fora da lista?

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    1. “Cream” e “Fashion” saíram no último corte. Quase entraram.

      Na real, todas essas músicas aí são muito legais. O problema é que, assim como ocorre com os lançamentos de 2012, por exemplo, a maioria dos destaque no K-Pop de 2016 acabaram sumindo das minhas audições diárias. Tanto que, só quando fui copiar alguns parágrafos da lista original para essa, me lembrei que o Crayon Pop tinha lançado um álbum ótimo, pra ter noção. Nem tem muita explicação, só não sobreviveram tantas mesmo.

      As exceções nessas aí que tu enviou são, justamente, as da Taeyeon e do EXID por eu ouvir com certa frequência os álbuns que elas fazem parte. Mas todas essas são ótimas. Só nunca me lembro que existem, aí não escuto tanto quanto as que coloquei no top.

      Sim, Someone Like U foi esquecida no churrasco.

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  3. junghwa velhota ❤
    pra mim, trocaria TT por destiny, e colocaria platonic love dos snuper no lugar da heize
    without you do nct u, tbm entraria na minha lista mas não no top 10. ble

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