ALBUM REVIEW | F(x) – Red Light (2014)

E aí que irei soltar já amanhã a primeira parte do top com as melhores faixas do K-Pop em 2014. No entanto, não poderia fazer isso sem antes relembrar esse que, em minha opinião, é o melhor álbum coreano que já escutei.

Confiram meus pitacos sobre o imbatível Red Light, do F(x)

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ALBUM REVIEW | Sunmi – Full Moon (2014)

Outro dia, outra resenha de álbum como esquenta para o top 2014. No caso, outra resenha do álbum de ex-Wonder Girls, visto não só a HyunA e a Yenny terem soltado material solo em tal ano, mas a Sunmi também.

Confiram meus pitacos a respeito do Full Moon

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ALBUM REVIEW | HA:TFELT – Me? (2014)

Como vocês já sabem, dei uma editada no par de tops 2014 aqui do blog que acabaram sofrendo com os problemas de diagramação durante a transferência de plataformas que ocorreu em janeiro. Aproveitando a ocasião, decidi relembrar alguns dos lançamentos de tal ano através de posts especiais, incluindo umas resenhas de álbuns, antes de jogar a lista com o ranking coreano para rolo.

E isso é bacana, pois acabo tendo o pretexto para, em vez de precisar comentar algo atual apenas para seguir critérios de relevância, me dedicar a falar de coisas que, de fato, foram marcantes para mim dentro dessa cena. E o mini de debut da Yenny sobre a alcunha HA:TFELT foi uma dessas.

Confiram meus pitacos a respeito do Me?:

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ALBUM REVIEW | (G)I-DLE – I am (2018)

Debuts interessantes no K-Pop, hoje em dia, são raros. Em termos de sonoridade, imagem e na história que os acts querem passar, são poucos os que têm fugido dos maneirismos habituais estipulados para solistas, boygroupsgirlgroups. Focando nesse terceiro, em especial, é notável uma preferência entre as empresas e gravadoras por adotarem um enredo infantilizado, adocicado, como forma de atingir os corações conservadores do coreano médio em prol de uma inocência laboratorial pouco permissiva para variações.

Então, é sempre uma surpresa quando alguém surge com bolas no mainstream para soltar no mundo um ato girlcrush, sem medo de soar agressivo e espantar o público. A Cube fez isso em janeiro do ano passado ao modificar o fofinho – e invisível – CLC no 7MINUTE que conhecemos hoje. Funcionou musicalmente, mas não comercialmente. A segunda tentativa surgiu semana passada na forma do (G)I-DLE, cujo lead single soou bem promissor e abriu margem para novas possibilidades dentro da marca.

Mas e o mini-álbum que o acompanha, será que presta? Confiram aí meus humildes pitacos sobre o I am

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