ALBUM REVIEW | Loona – [++] (2018)

Já que é para soltar um último album review no blog, que seja então com o melhor que saiu esse ano…

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ALBUM REVIEW | Gugudan – Act. 5 New Action (2018)

Tem algo de muito interessante, mas ao mesmo tempo triste, em acompanhar os efeitos colaterais deixados pela explosão que foi a primeira temporada do “Produce 101”. Vocês que estavam lá lembram. A ideia foi ótima: juntar 101 trainees e flopadas avulsas de diferentes companhias fonográficas coreanas num survival show para formar o novo girlgroup da nação. E embora parecesse um processo especialmente megalomaníaco, deu certo ao ser abraçado por uma quantidade considerável de gravadoras, que enviaram suas candidatas a futuras estrelas em massa para conquistarem o quanto de atenção e mídia conseguissem antes do debut.

Ao fim, rolou o I.O.I, um caso estudável de sucesso comercial e cultural, reunindo as 11 participantes mais populares da atração. Infladas pelo spotlight de uma gravadora enorme (JYP, da Somi, ou você acham que “Very Very Very” iria para o colo delas sem a queridinha do velho no line up?) e pela vontade de um canal enorme de TV, as demais gatinhas teriam, nisso, a oportunidade de, após os meses de promoção com o time temporário, iniciarem suas jornadas por suas empresas já com um boost de popularidade. Seriam celebridades já formadas, com um caminho de sucesso à vista.

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ALBUM REVIEW | Perfume – Future Pop (2018)

E aí que o Perfume, finalmente, lançou seu sexto LP, encerrando essa que foi sua era mais fraca em tempos. E como essas resenhas de álbuns costumam ser bem longas, não prenderei vocês num nariz de cera desnecessário.

Abaixo, confiram meus pitacos sobre o Future Pop – cuja tracklist, já adianto eu, não responde coerentemente em nada ao título…

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ALBUM REVIEW | Utada Hikaru – Hatsukoi (2018)

Anteontem (11), fui ao cinema com alguns amigos assistir atrasado ao segundo filme de “Os Incríveis”. Antes da sessão, conversávamos sobre alguns dos lançamentos recentes e um dos colegas confessou não ter se animado para conferir “Homem-Formiga e a Vespa”, que havia entrado em cartaz na semana anterior. Motivos não faltavam, mas acho que posso selecionar o principal: Saturação. Ou melhor, “saturação”. Explicarei.

O público de conteúdo Pop, que vai do cinemão até séries, música, quadrinhos etc., é, na falta de uma definição melhor, “eternamente insatisfeito”. Acho que sou assim e acho que todos vocês aí lendo também são. O segundo longa do Formigozo é o terceiro de uma ótima safra de produções dos estúdios Marvel esse ano. Quarto, se contarmos com “Deadpool 2”, da Fox. Todos diferentes entre si, mas equiparáveis em excelência.

No entanto, filmes de herói, ao momento, são comuns. Mal criam expectativas. Essa fatia se junta à outras franquias no “cinema de evento”, criando uma falsa sensação de saturação. Não é a toa que aquele meu amigo estava dando de ombros para o filme da Vespa, não é a toa que vários comentários beirando ao negativo surgem toda vez que um desses filmes, ainda que ótimos, são lançados, não é a toa que é regra a todos que querem pagar de cultos desdenhar de algo legal apenas por sua popularidade (as temporadas mais recentes de “Stranger Things” e “Black Mirror” entram na roda).

E o que isso tem a ver com uma resenha de álbum da Utada Hikaru? Vamos lá…

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