Faky recicla “Bad Things” em inglês e entrega o clipe mais sensual de 2018 até então

Eu não tenho a mais remota ideia do porquê, depois de tanto tempo, a avex decidiu relançar o hino drag noventista Bad Things em inglês. Mas quem aqui está reclamando quando, por conta disso, temos o que, até então, é o videoclipe mais sensual de 2018?

de nada, 7 caras héteros e 14 lésbicas que acompanham o blog…

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PLAYLIST | Asian Pop 2018: Update de julho

Volteeeei! :v

Sei que tem muita pauta aí pra cobrir, trecos do Loona, do Red Velvet. Porém, antes de tudo, preciso fechar o ciclo do mês passado com as atualizações da playlist aqui do blog. E nem prenderei vocês em introduções demoradas, pois há muito o que comentar.

Abaixo, confiram o player no Spotify e meus pitacos sobre as VINTE E CINCO novas “aquisições”:

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ALBUM REVIEW | Utada Hikaru – Hatsukoi (2018)

Anteontem (11), fui ao cinema com alguns amigos assistir atrasado ao segundo filme de “Os Incríveis”. Antes da sessão, conversávamos sobre alguns dos lançamentos recentes e um dos colegas confessou não ter se animado para conferir “Homem-Formiga e a Vespa”, que havia entrado em cartaz na semana anterior. Motivos não faltavam, mas acho que posso selecionar o principal: Saturação. Ou melhor, “saturação”. Explicarei.

O público de conteúdo Pop, que vai do cinemão até séries, música, quadrinhos etc., é, na falta de uma definição melhor, “eternamente insatisfeito”. Acho que sou assim e acho que todos vocês aí lendo também são. O segundo longa do Formigozo é o terceiro de uma ótima safra de produções dos estúdios Marvel esse ano. Quarto, se contarmos com “Deadpool 2”, da Fox. Todos diferentes entre si, mas equiparáveis em excelência.

No entanto, filmes de herói, ao momento, são comuns. Mal criam expectativas. Essa fatia se junta à outras franquias no “cinema de evento”, criando uma falsa sensação de saturação. Não é a toa que aquele meu amigo estava dando de ombros para o filme da Vespa, não é a toa que vários comentários beirando ao negativo surgem toda vez que um desses filmes, ainda que ótimos, são lançados, não é a toa que é regra a todos que querem pagar de cultos desdenhar de algo legal apenas por sua popularidade (as temporadas mais recentes de “Stranger Things” e “Black Mirror” entram na roda).

E o que isso tem a ver com uma resenha de álbum da Utada Hikaru? Vamos lá…

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Reol soltou clipe para “Saisaki”

Dois anos atrás, o nicho jotapopeiro foi invadido por uma das “sensações” mais legais desses últimos tempos: o trio REOL, uma daquelas units de gravadora formadas pela combinação cantora + produtor + diretor de videoclipes. Rolou single viral, rolou álbum no top 10 da Oricon, mas a febre acabou não durando tanto.

Em 2017, o grupo chegou ao fim e, meses atrás, a vocalista Reol (pois é, o nome dela era o mesmo, mas sem caixa alta) foi lançada como solista. À época, não me empolguei tanto com aquela tentativa de emular LiSA, mas ela ~voltou às origens~ um tempinho depois com Saisaki, que ainda não tinha recebido clipe, até hoje mais cedo…

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